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sábado, 4 de junho de 2011

Festa de São João - Caruaru, PE

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Começa hoje 04/ 06/ 2011 na capital do forró a maior festa de São João de Caruaru-PE 

Palavras de Luz


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Broche Flor de Fuxico

           Estes broches dão vida ao look no dia a dia


Com a simplicidade do fuxico trago a primavera para alegrar o visual



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Visualização Curativa - Renato Mayol

Visualização Curativa

http://www.stum.com.br/tc26344

Em muitos casos, numa doença, além do tratamento médico convencional, para se conseguir a cura, pode ser necessária também a utilização de recursos que vão além dos meios físicos - recursos tais como a utilização da mente.
E são as descobertas das pesquisas da física atual demonstrando uma interatividade entre o observador e os objetos de sua observação e sugerindo que todas as coisas existem num estado de possibilidade até que alguém as visualize, que nos aproximam sempre mais do mundo invisível. Mundo invisível esse que talvez sustente e mantenha através da conexão cérebro-mente a realidade da forma que a idealizamos, consciente ou inconscientemente.
Foi no início dos anos 70 que o radioterapeuta Carl Simonton descobriu, com a ajuda de sua mulher, a psicóloga Stephanie Simonton, que o uso das imagens mentais poderia contribuir para diminuir os efeitos colaterais e para ampliar os efeitos da radioterapia. Além do tratamento médico, eles instruíam os pacientes a visualizar o sistema imunológico destruindo as células cancerosas e a visualizar os órgãos afetados se tornando saudáveis. As curas por eles obtidas em alguns pacientes com câncer avançado demonstraram a possibilidade de as imagens mentais curativas poderem ser um poderoso método complementar de cura.
Tive a oportunidade de comprovar isso por mim mesmo, em consequência de um acidente ocorrido comigo quando me encontrava em período de estudos na Inglaterra. Aconteceu durante o meu trabalho de pesquisa no Laboratório de Imunologia Experimental do Instituto Chester Beatty, quando, ao inocular um rato, eu espetei o dedo com uma agulha cheia de células leucêmicas. Aparentemente, a partir daí resultou um quadro clínico muito grave com comprometimento dos rins.
Enquanto eu aguardava ser transferido para a Unidade Renal, entrei em profunda depressão e passei a me perguntar: Por que eu? Não achava justo que depois de todos os meus esforços para aprimorar-me cientificamente para começar a produzir, eis que, de repente, tudo iria terminar. Mas, também comecei a pensar: as doenças que afetam os outros, essas por acaso teriam sentido? Afinal, o que tinha eu de tão especial que devesse me conferir imunidade e garantia de vida? Assim, aos poucos, calou-me fundo a lição da Humildade. Mas eu tinha que lutar. Afinal, nunca havia entregado os pontos facilmente. Ao contrário, havia apurado o gosto pela luta na prática do karatê, tendo sido aluno do professor Mitsusuke Harada e do mestre Taketo Okuda. E eis que, pensando nisso, de repente, lembrei-me da técnica da
visualização curativa dos Simontons através da qual os pacientes imaginavam-se lutando contra os seus males e os venciam.
Comecei, então, a visualizar as minhas células de defesa formando anticorpos que se uniam aos microorganismos que estavam me prejudicando, inativando-os e limpando os meus rins, que começavam de novo a formar a urina, que ia sendo coletada na bexiga, gota a gota. Interessante é que em nenhum momento me ocorreu qualquer dúvida a respeito de que o que eu estava fazendo não fosse o que deveria fazer, pois uma indescritível certeza de que aquela visualização era absolutamente vital invadia-me sempre mais.
Num estado de consciência entre o torpor e a vigília, ia repetindo lentamente todo o processo, passando a identificar-me com a própria revitalização dos rins e o restabelecimento da sua função normal. Durante a noite toda, esse único quadro, que mentalmente visualizei, ocupou todo o meu ser. No dia seguinte, enquanto estavam sendo instalados os tubos necessários à diálise peritoneal, antes de passar para a hemodiálise, eu expressei o desejo de urinar, e qual não foi a surpresa de toda a equipe médica quando comecei a urinar, parecendo que não iria acabar mais. Com minha recuperação, a diálise foi logo interrompida e em poucos dias tive alta, curado.
O que tive foi classificado como doença, de características infecciosas, grave e progressiva. Soube depois que um dos experientes colaboradores da equipe médica do Hospital Royal Marsden chegou a prognosticar-me no máximo 48 horas de vida. Detalhes disso tudo os relato no meu livro “Câncer - Corpo e Alma”.
Quanto à visualização que fizera, havia-me esquecido totalmente dela, até quando, muitos meses depois, já de volta ao Brasil, assistindo a um curso do médico Celso Charuri sobre o Poder da Mente, lembrei-me do que havia feito e a relacionar as coisas, reconhecendo-lhe a importância e começando a empregá-la inúmeras outras vezes, certificando-me sempre mais do seu enorme valor e poder. Semelhante a esse, há muitos outros exemplos que servem para mostrar que há técnicas e métodos que podem complementar o tratamento com os procedimentos médicos que a moderna tecnologia científica nos dispõe.
O melhor é que, através da visualização curativa, o próprio paciente pode participar ativamente na luta contra as suas doenças, enquanto o seu corpo estiver sendo cuidado pelos médicos. E se o paciente tiver algo muito importante para realizar ou para levar a cabo, tal motivação poderá, através da emoção, intensificar a sua visualização curativa, o que ajudará a alavancá-lo em direção à saúde e à vida.
Visualização Curativa - Renato Mayol

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Letras das Músicas Mais Famosas Para Festa Junina



            CAPELINHA DE MELÃO
autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro

Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.

São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.

Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.
__________________________________________

PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago

Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.

A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.

E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.
__________________________________________
BALÃOZINHO 

Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.

Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.

Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.
__________________________________________
SONHO DE PAPEL
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.

Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.

Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar. 
__________________________________________

PULA A FOGUEIRA

autor: João B. Filho

Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.

Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.

Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.
__________________________________________
CAI, CAI, BALÃO

Cai, cai, balão.
Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão.
Não vou lá, não vou lá, não vou lá.
Tenho medo de apanhar.

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/musicas_festa_junina.htm 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Pelerine



Comecei fazendo um cachecol, no meio do trabalho mudei de ideia e transformei-o em pelerine.






 Espetacular!  Olha que versatilidade: http://youtu.be/9-0KkbZ4CvM

domingo, 29 de maio de 2011

Festa Caipira - Conduzindo a Dança

A quadrilha é uma grande brincadeira, onde casais dançam e se divertem com alegria e descontração.


 O espaço para a festa deve ser bem decorado com ornamentos bem coloridos e objetos que lembrem a simplicidade da roça. Decore a sua festa com  muitas bandeirinhas, lanternas e estandartes com estampas dos Santos homenageados.


As mulheres usam vestidos de Chita floridos, cabelos trançados, rabo de cavalo, maria chiquinha e se enfeitam com laços e fitas variadas . Exageram na maquiagem com muito blush e várias pintas(sardinhas).


Os homens vestem camisa xadrez, calças remendadas, palhas secas de milho nos bolsos, botina  chapéus de palha. Pintam bigodes, sobrancelhas e grandes costeletas e ainda escurecem alguns dentes. Ficam muito engraçados !


A quadrilha apresenta variações regionais, mas esses são os comandos básicos que garantem uma divertida brincadeira.
"O passeio!" - É o comando neutro para que os casais acompanhem, balançando o corpo, a fila que segue os noivos.
"Hora do cumprimento! " - Os casais se separam formando duas linhas paralelas distantes alguns metros entre si. Os homens ficam de frente para as mulheres e o comandante pede que os cavalheiros cumprimentem suas damas. Os homens tiram seus chapéus e fazem reverência às mulheres. Depois, o narrador pede que as damas cumprimentem os cavalheiros. Balançando as saias, as mulheres então, reverenciam os homens.
"Saudação Geral!" - Os casais voltam a ser unir e a dançar em uma fila que segue o casal de noivos. As mulheres balançam suas saias ou acenam à plateia. Os homens reverenciam a plateia tirando o chapéu enquanto caminham e dançam atrás dos noivos.
"Balanceio!" - Os casais param e dançam no mesmo lugar. À voz do comando "olha o giro!" ou "olha o tour!" o casal se une assim: o homem segura com o braço direito a cintura de sua dama; a dama coloca o braço esquerdo sobre o ombro de seu cavalheiro e ambos dão um giro em torno de si.
"Damas à direita!" - As damas devem ficar à direita de seus respectivos parceiros, unindo seu braço esquerdo ao braço direito dele.
"Troquem as damas!" - Os cavalheiros devem dançar com a dama do casal que estiver à sua frente na fila. E assim sucessivamente, até retornarem às suas próprias damas.

"Olha o túnel!"- Os casais dão as mãos, ficam de frente um para o outro e erguem seus braços. A soma de todos os casais forma um grande túnel.
O casal logo atrás dos noivos encabeça a travessia,  inclina-se e ainda de mãos dadas, atravessa todo o túnel, sendo seguido pelos outros casais na ordem da fila. Após os noivos atravessarem o túnel, é encerrado este movimento.
"Segue o passeio!"- Todos retornam ao movimento do passeio.
"Caminho da roça!"- Os homens ficam à frente das mulheres formando uma grande fila circular e cada um coloca uma das mãos no ombro daquele que estiver imediatamente à sua frente.
"Olha o caracol!"- Os participantes, que agora estarão em fila, passam a fazer curvas aleatórias no círculo, sendo guiados pelo noivo da festa.
"Segue o passeio!"- Os casais voltam então à dança do passeio.
"Olha a cobra!"- A intenção é que todos simulem um susto e os cavalheiros protejam suas damas. Em algumas quadrilhas, os homens seguram as mulheres nos braços. Então o comandante da quadrilha diz: "é mentira!" e todos expressam alívio.
"Olha a chuva!"- Todos unem suas mãos levantando os braços sobre a cabeça simulando protegerem-se da chuva. Ao comando "é mentira!" todos abaixam os braços e continuam a dança.
"A ponte quebrou!" - Todos dão meia-volta e passam a dançar no sentido contrário. Quando o puxador da quadrilha diz "já consertou" a quadrilha volta a girar no sentido inicial.
"É hora da grande roda!" - Todos os participantes se dão as mãos formando uma grande roda que girará segundo os comandos do puxador da quadrilha.
"Damas ao centro!"- As damas dão um passo à frente e dão-se as mãos formando uma roda interna à roda dos homens. A roda das damas vai girar conforme o comando do puxador.
"Voltar à grande roda!"- As damas voltam a dar as mãos aos cavalheiros e formam uma grande roda.
"Coroar damas e cavalheiros!" - Primeiro os homens erguem os braços sobre a cabeça das damas, simulando uma coroação. Depois, ao comando do puxador, é a vez das damas coroarem seus cavalheiros.
"Despedida!"- Aos galopes, os casais cumprimentam a plateia e retiram-se, seguindo os noivos."