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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Palavras de Luz
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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segunda-feira, junho 06, 2011
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Palavras de Luz
Japa Mala
Uso-o como pulseira ou colar, para que esteja sempre à mão quando quero meditar.
http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+1
http://www.istoe.com.br/reportagens/51829_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+2
Coloquei as 108 contas em um fio de lã (Família), deixei uma folga de 1 cm na lã antes de dar um nó, para que as contas tivéssem espaço para deslisar no fio. Acrescentei uma outra conta em formato de flor, dei outro nó como acabamento e deixei uma sobra de lã na ponta.
http://www.istoe.com.br/reportagens/51821_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+1
http://www.istoe.com.br/reportagens/51829_O+PODER+DA+MEDITACAO+PARTE+2
Coloquei as 108 contas em um fio de lã (Família), deixei uma folga de 1 cm na lã antes de dar um nó, para que as contas tivéssem espaço para deslisar no fio. Acrescentei uma outra conta em formato de flor, dei outro nó como acabamento e deixei uma sobra de lã na ponta.
JAPAMALA
(Rosário para entoar Mantras)
Os Malas são usados para contar mantras, orações e prostrações. As recitações podem ser em uma sessão de meditação, em retiro ou em qualquer outra atividade diária.
Os malas de cristal ou sementes são apropriados para práticas que se concentra em deidades e Budas pacíficos, são também usados pelos lamas que fazem adivinhações. Os malas de osso são mais apropriados para meditações em divindades ferozes.
No Tibet, as contas divisórias podem ser de pedras semi-preciosas. Os mais preciosos são os feitos de ossos de homens santos ou de lamas. Usar um mala é uma escolha sempre muito pessoal.
Os malas Tibetanos normalmente são divididos em quatro grupos de 27 contas por três contas um pouco maiores que representam as Três Jóias (Buda, Dharma, Sangha) e ainda possuem um "dorje"( um raio) e um "drilbu" (um sino) em seus contadores.
No Japão, eles possuem 112 contas e são feitos de madeira.
O número das contas podem ser 27, 54 ou 108 . No Hinduismo ele tem sempre uma conta extra a mais - chamada o Meru, ou a conta GURU, que simboliza a Fonte Espiritual ou o Mestre, para que se saiba quando o ciclo está terminado.
Há algumas variações, em alguns Malas, além das 108 contas existem outras quatro, um pouco menores, nas posiçòes 7 e 21, para facilitar em certas orações e mantras que devem ser recitados este número de vezes.
Há ainda um outro, tibetano, que possue três contas menores separando as 108 contas em quatro grupos de 27. Estas contas diferenciadas não são para serem contadas.
A repetição das palavras 108 vezes tráz o benefício da Numerologia, por ser um número poderoso que comanda a afirmação do mantra. Toda recitação de qualquer mantra apressa o seu processo na aquisição de benefícios espirituais no sentido de ampliar os efeitos "positivos" e diminuir as "toxinas".
COMO USAR O JAPAMALA
1. Segure o mala na mão direita.
2. Mantenha-o entre os dedos polegar e médio, na primeira conta depois da principal.
3. Passe suavemente para a conta seguinte, à medida que canta em voz alta um mantra.
4. Passe para a conta seguinte e cante novamente o mantra. Em seguida, passe para a próxima e repita o processo, assim por diante.
5. Ao chegar à última conta antes da principal (que não é cantada), vire o mala e continue a cantar, começando com a conta na qual você terminou a volta (uma volta tem 108 contas).
6. Cante uma ou mais voltas por dia, de acordo com suas possibilidades, mas nunca cante menos do que o número que você determinou-se a cantar. Alguns devotos iniciados cantam pelo menos 16 voltas por dia.
Embora não existam regras fixas e inflexíveis para cantar um Mantra, apresentamos adiante algumas dicas que podem ajudá-lo neste processo:
a. Cante com sentimento, como se você fosse uma criança clamando pela presença da sua mãe.
b. Cante com nitidez, ouvindo cada sílaba e fixando a mente no som do maha-mantra.
c. Cante sem interrupções, como um rio fluindo para o oceano.
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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segunda-feira, junho 06, 2011
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sábado, 4 de junho de 2011
Festa de São João - Caruaru, PE


Começa hoje 04/ 06/ 2011 na capital do forró a maior festa de São João de Caruaru-PE
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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Festa Junina
Palavras de Luz
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Broche Flor de Fuxico
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Visualização Curativa - Renato Mayol

http://www.stum.com.br/tc26344
Em muitos casos, numa doença, além do tratamento médico convencional, para se conseguir a cura, pode ser necessária também a utilização de recursos que vão além dos meios físicos - recursos tais como a utilização da mente.
E são as descobertas das pesquisas da física atual demonstrando uma interatividade entre o observador e os objetos de sua observação e sugerindo que todas as coisas existem num estado de possibilidade até que alguém as visualize, que nos aproximam sempre mais do mundo invisível. Mundo invisível esse que talvez sustente e mantenha através da conexão cérebro-mente a realidade da forma que a idealizamos, consciente ou inconscientemente.
Foi no início dos anos 70 que o radioterapeuta Carl Simonton descobriu, com a ajuda de sua mulher, a psicóloga Stephanie Simonton, que o uso das imagens mentais poderia contribuir para diminuir os efeitos colaterais e para ampliar os efeitos da radioterapia. Além do tratamento médico, eles instruíam os pacientes a visualizar o sistema imunológico destruindo as células cancerosas e a visualizar os órgãos afetados se tornando saudáveis. As curas por eles obtidas em alguns pacientes com câncer avançado demonstraram a possibilidade de as imagens mentais curativas poderem ser um poderoso método complementar de cura.
Tive a oportunidade de comprovar isso por mim mesmo, em consequência de um acidente ocorrido comigo quando me encontrava em período de estudos na Inglaterra. Aconteceu durante o meu trabalho de pesquisa no Laboratório de Imunologia Experimental do Instituto Chester Beatty, quando, ao inocular um rato, eu espetei o dedo com uma agulha cheia de células leucêmicas. Aparentemente, a partir daí resultou um quadro clínico muito grave com comprometimento dos rins.
Enquanto eu aguardava ser transferido para a Unidade Renal, entrei em profunda depressão e passei a me perguntar: Por que eu? Não achava justo que depois de todos os meus esforços para aprimorar-me cientificamente para começar a produzir, eis que, de repente, tudo iria terminar. Mas, também comecei a pensar: as doenças que afetam os outros, essas por acaso teriam sentido? Afinal, o que tinha eu de tão especial que devesse me conferir imunidade e garantia de vida? Assim, aos poucos, calou-me fundo a lição da Humildade. Mas eu tinha que lutar. Afinal, nunca havia entregado os pontos facilmente. Ao contrário, havia apurado o gosto pela luta na prática do karatê, tendo sido aluno do professor Mitsusuke Harada e do mestre Taketo Okuda. E eis que, pensando nisso, de repente, lembrei-me da técnica da
visualização curativa dos Simontons através da qual os pacientes imaginavam-se lutando contra os seus males e os venciam.
Comecei, então, a visualizar as minhas células de defesa formando anticorpos que se uniam aos microorganismos que estavam me prejudicando, inativando-os e limpando os meus rins, que começavam de novo a formar a urina, que ia sendo coletada na bexiga, gota a gota. Interessante é que em nenhum momento me ocorreu qualquer dúvida a respeito de que o que eu estava fazendo não fosse o que deveria fazer, pois uma indescritível certeza de que aquela visualização era absolutamente vital invadia-me sempre mais.
Num estado de consciência entre o torpor e a vigília, ia repetindo lentamente todo o processo, passando a identificar-me com a própria revitalização dos rins e o restabelecimento da sua função normal. Durante a noite toda, esse único quadro, que mentalmente visualizei, ocupou todo o meu ser. No dia seguinte, enquanto estavam sendo instalados os tubos necessários à diálise peritoneal, antes de passar para a hemodiálise, eu expressei o desejo de urinar, e qual não foi a surpresa de toda a equipe médica quando comecei a urinar, parecendo que não iria acabar mais. Com minha recuperação, a diálise foi logo interrompida e em poucos dias tive alta, curado.
O que tive foi classificado como doença, de características infecciosas, grave e progressiva. Soube depois que um dos experientes colaboradores da equipe médica do Hospital Royal Marsden chegou a prognosticar-me no máximo 48 horas de vida. Detalhes disso tudo os relato no meu livro “Câncer - Corpo e Alma”.
Quanto à visualização que fizera, havia-me esquecido totalmente dela, até quando, muitos meses depois, já de volta ao Brasil, assistindo a um curso do médico Celso Charuri sobre o Poder da Mente, lembrei-me do que havia feito e a relacionar as coisas, reconhecendo-lhe a importância e começando a empregá-la inúmeras outras vezes, certificando-me sempre mais do seu enorme valor e poder. Semelhante a esse, há muitos outros exemplos que servem para mostrar que há técnicas e métodos que podem complementar o tratamento com os procedimentos médicos que a moderna tecnologia científica nos dispõe.
O melhor é que, através da visualização curativa, o próprio paciente pode participar ativamente na luta contra as suas doenças, enquanto o seu corpo estiver sendo cuidado pelos médicos. E se o paciente tiver algo muito importante para realizar ou para levar a cabo, tal motivação poderá, através da emoção, intensificar a sua visualização curativa, o que ajudará a alavancá-lo em direção à saúde e à vida.
Visualização Curativa - Renato Mayol
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Rosângela Pontes Coelho Serafim
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Dica de Bem Viver
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Letras das Músicas Mais Famosas Para Festa Junina
CAPELINHA DE MELÃO
autor: João de Barros e Adalberto Ribeiro
Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.
São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.
Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.
Capelinha de melão
é de São João.
É de cravo, é de rosa, é de manjericão.
São João está dormindo,
não me ouve não.
Acordai, acordai, acordai, João.
Atirei rosas pelo caminho.
A ventania veio e levou.
Tu me fizeste com seus espinhos uma coroa de flor.
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PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago
Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.
A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.
E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.
PEDRO, ANTÔNIO E JOÃO
autor: Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago
Com a filha de João
Antônio ia se casar,
mas Pedro fugiu com a noiva
na hora de ir pro altar.
A fogueira está queimando,
o balão está subindo,
Antônio estava chorando
e Pedro estava fugindo.
E no fim dessa história,
ao apagar-se a fogueira,
João consolava Antônio,
que caiu na bebedeira.
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BALÃOZINHO
Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.
Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.
Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.
Venha cá, meu balãozinho.
Diga aonde você vai.
Vou subindo, vou pra longe, vou pra casa dos meus pais.
Ah, ah, ah, mas que bobagem.
Nunca vi balão ter pai.
Fique quieto neste canto, e daí você não sai.
Toda mata pega fogo.
Passarinhos vão morrer.
Se cair em nossas matas, o que pode acontecer.
Já estou arrependido.
Quanto mal faz um balão.
Ficarei bem quietinho, amarrado num cordão.
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SONHO DE PAPEL
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro
O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.
Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.
Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.
autor: Carlos Braga e Alberto Ribeiro
O balão vai subindo, vem caindo a garoa.
O céu é tão lindo e a noite é tão boa.
São João, São João!
Acende a fogueira no meu coração.
Sonho de papel a girar na escuridão
soltei em seu louvor no sonho multicor.
Oh! Meu São João.
Meu balão azul foi subindo devagar
O vento que soprou meu sonho carregou.
Nem vai mais voltar.
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PULA A FOGUEIRA
autor: João B. Filho
Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.
Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.
Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.
PULA A FOGUEIRA
autor: João B. Filho
Pula a fogueira Iaiá,
pula a fogueira Ioiô.
Cuidado para não se queimar.
Olha que a fogueira já queimou o meu amor.
Nesta noite de festança
todos caem na dança
alegrando o coração.
Foguetes, cantos e troca na cidade e na roça
em louvor a São João.
Nesta noite de folguedo
todos brincam sem medo
a soltar seu pistolão.
Morena flor do sertão, quero saber se tu és
dona do meu coração.
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CAI, CAI, BALÃO
Cai, cai, balão.
Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão.
Não vou lá, não vou lá, não vou lá.
Tenho medo de apanhar.
http://www.suapesquisa.com/musicacultura/musicas_festa_junina.htm
Cai, cai, balão.
Cai, cai, balão.
Aqui na minha mão.
Não vou lá, não vou lá, não vou lá.
Tenho medo de apanhar.
http://www.suapesquisa.com/musicacultura/musicas_festa_junina.htm
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